sexta-feira, 11 de março de 2016

Moderno e com maior instalação, CT do Flu deve ficar pronto em outubro


CT

Um sonho antigo e cada vez mais próximo de se concretizar. O Centro de Treinamento vai se tornando uma realidade no Fluminense. Com as obras adiantadas, a tendência é que o elenco possa iniciar os treinos no local no início de outubro, quando ele será oficialmente inaugurado. O CT tricolor – que ficará na Avenida Ayrton Senna, na Barra da Tijuca – vai contar com três campos oficiais, além das áreas de suporte – lavanderia e depósito – e de futebol, como vestiário, fisioterapia, piscina e área de recuperação dos atletas. 

É consenso no clube que, para se adequar as exigências e necessidades do futebol atual - muito evoluído técnica e taticamente - o clube precisava dispor de uma infraestrutura maior e de maior qualidade. Por conta desta necessidade, o projeto conseguiu sair do papel e se tornar uma realidade:

– O projeto foi feito, primeiramente, pensando em nossa necessidade diária. O futebol treina nas Laranjeiras e conhecemos nossas deficiências. O grande problema lá é a falta de espaço, tanto no vestiário, na academia, quanto na preparação atlética. Nós tínhamos uma dificuldade em relação ao tamanho do nosso espaço para trabalhar – disse o vice-presidente de Projetos Especiais do Fluminense, Pedro Antônio, ao LANCE!.

Em meio as obras no projeto inicial do Centro de Treinamento, o planejamento foi sendo alterado. Buscando melhor a estrutura disponível, uma visita da equipe da Michael Johnson Performance - instituto norte-americano de preparação atlética que é parceiro da base - determinou a construção de uma pista de corrida entre o setor de fisioterapia e um dos campos. 

– Um dos campos já está adiantado, em processo da entrada do sistema de irrigação. Depois faltará somente o nivelamento final. O segundo está com algumas dificuldades e estamos estudando soluções. Em relação as novas mudanças, serão realizadas. Foi uma solicitação da equipe do Michael Johnson Performance, um dos consultores da preparação atlética do Fluminense. No Brasil, eles fazem a preparação atlética do time paralímpico do Brasil. O Fluminense já tem o trabalho deles contratado para Xerém e em breve deve estar atuando também na área do profissional – revelou o VP de projetos.

Ele lembrou também de outras particularidades do novo CT que irão contribuir com o trabalho do departamento de futebol do clube. Desde a nova iluminação do campo até a profundidade da piscina para o trabalho físico de recuperação:

- O campo terá um projeto de iluminação noturna para um treinamento à noite. O CT terá uma sala de aquecimento similar ao que se encontra no estádio, importante na preparação atlética. A piscina terá três profundidades diferentes. Vai ser uma instalação muito mais ampla, de um modo geral.

Empolgado com a sequência do trabalho, Pedro Antônio comentou que o projeto será um marco na história do clube. Sem a limitação exercida pelo espaço físico das Laranjeiras, o clube ganhará maior condições de trabalho:

– É um projeto de mais de 50 anos. O Fluminense precisava de áreas maiores de execução. Mudará completamente a nossa estrutura. Existe o clube pré e pós CT. Sem a limitação de espaço das Laranjeiras - valorizou.

Dirigente que bancou início da obra

Inicialmente sem recursos para a construção do Centro de Treinamento, no início do projeto no ano passado, Pedro Antônio fez o investimento inicial para que a construção do CT tivesse andamento. Depois, ele foi sendo ressarcido pela direção conforme o dinheiro entrava nos cofres tricolores. Seja por vendas de jogadores do elenco ou por meio de outros fundos:

– O Fluminense tem um calendário de disponibilidade orçamentária. E tem feito reembolsos. Se seguirmos nesse processo, tudo vai ser pago. No início da obra, não havia recurso para a construção do CT. Desde junho do ano passado até fevereiro desse ano, eu fui pagando. Depois, entrou os recursos no caixa do clube e deu uma equilibrada. Mesmo assim, apesar de estar previsto contratualmente, nunca cobrei e nunca recebi um centavo de comissão – finalizou o vice de projetos especiais, que estipulou um gasto entre R$ 23 e 29 milhões até o final da obra. Isto contando com construção, sistema de aterro e o desenvolvimento de outras obras não inclusas no projeto principal.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Eduardo Baptista repete titulares e D. Souza e Danielzinho se destacam

Eram 8h30 da manhã da terça-feira de carnaval quando os goleiros e os primeiros membros da comissão técnica do Fluminense subiram para o gramado das Laranjeiras. Apesar da folia, mais um dia de treinos visando o jogo contra o Madureira, pelo Carioca, na próxima quinta-feira. E a atividade serviu para o técnico Eduardo Baptista repetir a escalação que utilizou na véspera, praticamente definindo o time titular. Se não houver qualquer imprevisto, ele deve mandar a campo Diego Cavalieri, Wellington Silva, Henrique, Marlon, Giovanni; Pierre, Cícero, Gustavo Scarpa, Diego Souza, Danielzinho e Fred.

Treino do Fluminense nas Laranjeiras (Foto: Mailson Santana / Fluminense FC)

Eduardo Baptista fez seu treino característico. Os jogadores do time titular armavam jogadas no campo de ataque enquanto duas linhas de quatro protegiam o gol de Diego Cavalieri. Diego Souza e Danielzinho chamaram atenção pela boa movimentação e troca de posições. Em diversos momentos, Diego ia para a esquerda, cortava para o meio e virava o jogo. Deixou Gustavo Scarpa na cara do gol, do outro lado, em duas oportunidades. Enquanto isso, Danielzinho se resolvia pelo meio, usando dribles curtos e agilidade para compensar a falta de porte físico.

Ayrton preocupou a comissão técnica perto do fim do treino. O jogador caiu na área e teve que ser atendido pelos médicos, mas se levantou rapidamente e terminou a atividade.

Quarto colocado no grupo A do Campeonato Carioca, o Fluminense volta a campo na quinta-feira, contra o Madureira. O jogo será no Moarcyrzão e começa às 17h.

Danielzinho diz que não se intimida com pancadas: "Acostumado"

 

Danielzinho é tímido. Quando o ambiente é favorável, no entanto, o meia se solta e vai ganhando mais confiança gradativamente. Foi assim quando chegou ao Fluminense, ao sete anos. A mesma coisa no início de 2016, na pré-temporada com o grupo principal. Hoje, em sua primeira coletiva de imprensa, o processo foi parecido.

Quando perguntando sobre o porte físico pouco avantajado, já perto do fim da entrevista, o jogador de 20 anos respondeu como um veterano. Firme, disse não se intimidar com pancadas., as quais recebe desde o início da carreira.

- Sou franzino, mas sempre fui acostumado a receber essas entradas. Desde a base. Meu corpo é assim,mas eu consigo aguentar entradas mais forte - disse.

Danielzinho, do Fluminense, em entrevista (Foto: João da Mata)


O jogador também falou sobre sua trajetória no Fluminense e a adaptação ao grupo principal. Destacou a ajuda recebida pelos companheiros e a "moral" dada pelo treinador Eduardo Baptista.

- O Eduardo, na pré-temporada, treinou o grupo todo, não só os titulares, conversou muito com todo mundo e sempre me deu moral, desde o começo. A sensação é muito boa, estou feliz com o que está acontecendo. Estou aproveitando ao máximo para não deixar essa oportunidade passar - disse.

Danielzinho vem treinando com o grupo principal desde o início do ano, na pré-temporada nos Estados Unidos. Apesar de toda pressão, o jogador revelou que se saiu melhor do que esperava no quesito nervosismo. Desde então, foi ganhando a confiança do treinador e do grupo. Hoje, treina como titular no meio de campo, ao lado de Diego Souza, com quem tem mostrado entrosamento nos últimos treinos.

- Com a chegada do Diego eu fiquei feliz, porque sei que ele ajudaria a equipe. Não esquentava se seria eu que fosse sair. Mas, com certeza, fico feliz de ser mantido na equipe do lado dele - afirmou.

Perto do fim da entrevista, o jogador passou um ritual comum nas Laranjeiras. Marlon e Higor Leite, companheiros de base e, agora, de equipe principal, invadiram a sala de imprensa para tirar sarro do meia, que teve bom humor com a situação.

Confira outros trechos da coletiva:

Trajetória no Flu

Cheguei aqui com 7 anos, no futsal. No primeiro dia eu vim aqui todo nervoso. Fui aprovado logo no primeiro dia. Com 10 anos, fui para Xerém. Sempre tive a expectativa de estar jogando com esses caras. Já comemorei muitos gols de Fred, reclamei muito dele na arquibancada, e agora poder jogar junto com ele é muito bom. Na pré-temporada, pensei que ia ter um frio na barriga maior. Mas com a confiança que me deram me ajudou a jogar normalmente. Sempre dei meu melhor e sei que o professor reconheceria isso. Se agora estou no time titular, fico muito feliz.

Jogar ao lado de atletas experientes

Coisa maravilhosa. Só tenho a aprender. Tento ouvir ao máximo ouvir os conselhos e tentar melhorar. Isso me dá uma confiança muito grande. Sei que estou jogando com caras incríveis, de nível mundial. Fico confiante de jogar do lado deles. Sei que, se der a bola, sai uma coisa boa.

E com jovens?

É bom jogar com jogadores jovens. A distância não é muito grande de idade. Já joguei com muitos desses caras da base. Tenho a mesma confiança de jogar com um Gustavo Scarpa e com o Fred

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Atacante Pedro celebra semana entre os profissionais

 
Pedro termina semana entre os profissionais (Foto: Nelson Perez/ Divulgação FFC)
Vice-artilheiro da Copa São Paulo de Futebol Junior, Pedro galgou, na última semana, mais um degrau na curta carreira. Ele renovou seu contrato com o Fluminense até 2018 e treinou três vezes com o elenco principal. Aos 18 anos, o jovem se inspira no atacante titular da equipe para que as oportunidades apareçam com cada vez mais frequência.

- O Fred é um ídolo. Sempre me inspirei nele, é um artilheiro nato. Dentro da área ele é diferente. Vou procurar observar ele ao máximo estando aqui ao seu lado nos treinamentos - disse ao site oficial do clube.

Pedro marcou sete gols na última edição da Copa São Paulo. Cinco deles em um jogo só: contra o Capivariano, na goleada por 10 a 0. Na ausência de Richarlison, centroavante contratado nesta temporada, machucado, Pedro vai surgindo nos treinos do Tricolor como opção para substituir Fred, seu ídolo.

- Fico muito feliz por receber essa oportunidade de treinar entre os profissionais. É bom para ganhar experiência, ter contato com os jogadores mais experientes, como Cavalieri, Gum, Henrique, Diego Souza, Fred… São todos grandes jogadores. Agora é continuar mostrando meu trabalho no sub-20 para continuar sendo observado e receber mais chances no time de cima - afirmou.

O jogador renovou o contrato na última quinta-feira. O vínculo vai até 2018. O atleta recebeu sondagens do exterior, mas o projeto de Tricolor para suas carreiras nos próximos anos motivou a decisão de ficar no clube carioca.

- Fiquei muito feliz com essa renovação. O Fluminense foi o clube que abriu as portas, que apostou em mim e estou dando meu máximo para fazer os gols na base. Agora é continuar treinando firme para dar alegrias à torcida tricolor com muitos gols.

O Fluminense enfrenta o Madureira na próxima quinta-feira, no Moacyrzão, as 17h. O jogo é válido pela terceira rodada do Campeonato Carioca, em que o Tricolor ocupa a quarta colocação do Grupo A.

Flu estreará nova camisa contra o Fla

 
Dry World Fluminense (Foto: Reprodução internet)

Há uma data prevista para a estreia do novo uniforme do Fluminense: 21 de fevereiro. O dia marca o clássico contra o Flamengo, em Brasília, pelo Campeonato Carioca. Até lá, a Dryworld, nova fornecedora de material esportivo, realizará um evento para o lançamento da coleção. A versão 2016 da roupa não terá grande mudança de preço na comparação com a época da Adidas, antiga parceira do clube.  

Em 2015, a camisa tricolor começou a ser comercializada por R$ 199,90. A verde, terceiro uniforme, novidade de então, saia por R$ 219,00. Não aumentar o preço significativamente foi uma bandeira da troca de fornecedor. O entendimento é que se vende é a Marca Fluminense e, não, a de quem produz o material.  

Ainda não há uma data e nem local divulgados do evento de lançamento. A ideia é de que seja na semana do clássico. Enquanto não tem a nova roupa, o Flu treina e atua com os uniformes da Adidas. Foi assim na pré-temporada nos Estados Unidos, tem sido assim nos trabalhos nas Laranjeiras e nos jogos da Primeira Liga e do Carioca. O calendário prevê mais dois compromissos: Madureira (10/02) e Tigres (14/02).  

A Dryworld pagará R$ 13,5 milhões de verba fixa por ano ao Flu em um contrato de cinco temporadas - no total, com peças e royalties, o acordo ultrapassa a casa dos R$ 20 milhões anuais. O acordo com a Adidas, iniciado em 1996, rendia R$ 4,5 milhões em dinheiro a cada 12 meses. Em compensação, a empresa alemã despendia de mais valores do que o oferecido pela canadense em royalties por vendas e premiações por desempenho esportivo.

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Eduardo isenta Gerson por derrota do Flu: "Responsabilidade é minha"


O Fluminense não conseguiu sair de 2015 invicto contra o Grêmio. No quarto confronto entre as equipes na temporada, os cariocas foram derrotados por 1 a 0, na noite desta quinta-feira, em Porto Alegre pelo Brasileirão - tinham uma vitória, no primeiro turno da competição, e dois empates na Copa do Brasil. Na análise de Eduardo Baptista, o jogo foi parelho antes do pênalti cometido por Gerson, que fez com que Luan marcasse o único gol do confronto. O meia ainda foi expulso com apenas 19 minutos em campo. Apesar dois dois erros, não foi responsabilizado pelo resultado. 

Eduardo foi tranquilo e sereno na entrevista na Arena. O que contrariou os momentos da saída de campo. Cícero e Wallace trocaram xingamentos e, desde o vestiário do Flu, foi possível ouvir muitos gritos. Acompanhada pelo diretor executivo Fernando Simone, a coletiva detalhou os motivos de mais um tropeço - são 12 em 16 jogos no returno, o que rende a lanterna nesta parte do campeonato. No geral, o Tricolor é 14º, com 43 pontos.

- Equipe aguerrida, primeiro tempo disputado, igual em chances reais de gols. Eles tiveram uma, na trave. Nós, com o Fred. Foi parelho. Tivemos dificuldade de fechar o meio. Por isso, a troca, trazendo o Scarpa ao meio. Precisávamos de ter mais posse de bola. Consegui corrigir com a entrada do Gerson. Jogamos e o Grêmio não fez mais. Teve o pênalti. A expulsão dificultou o nosso trabalho. Buscamos o placar, mas não deu. A responsabilidade é minha - disse Eduardo.

Como levou o terceiro amarelo e, posteriormente, o vermelho direto, Gerson pegará dois jogos de suspensão. Volta na última rodada apenas, contra o Figueirense. Eduardo analisou:

- Tem de conversar. É um jovem, um talento. Ele tinha amarelo e poderia ter esfriado a cabeça. Poderia ter sido outro. Não posso culpá-lo. Enquanto ele esteve em campo, o time cresceu. Contemos o Grêmio. E ainda jogamos. A expulsão dificultou. A responsabilidade é minha.

O Fluminense retorna ao Rio na tarde desta sexta-feira. Na próxima rodada, enfrenta o Avaí, domingo, no Espírito Santo. A partida será realizada às 19h30 (de Brasília).

Confira a entrevista completa:

Eduardo Baptista Fluminense (Foto: EDU ANDRADE/ESTADÃO CONTEÚDO)

As coisas que acontecem no vestiário, morrem dentro do vestiário. Não tenho o que comentar. A responsabilidade da derrota é minha. Gerson é um garoto. Pode ter esquentado a cabeça na hora da expulsão. Não posso imputar a ele a culpa do resultado.

Fred

A bola do jogo foi dele. É um cara que ainda está limitado fisicamente, ainda sente dor. É a nossa referência. A bola do jogo, por um detalhe, não entrou. Participou por dentro, fez o pivô. Gerou dificuldade aos zagueiros. Fora de forma infelizmente, rendeu um pouco menos. Depois, com um a menos, precisava de mais mobilidade e o tirei.

Flu é o lanterna do returno...

Estamos atrás se sequência de vitórias. O jogo de hoje se encaminhava para gente. Grêmio se lançava à frente. Oferecia espaços... O pênalti e a expulsão, se não tivessem acontecido tão cedo, o jogo poderia ser outro. A gente se impôs e marcamos. Não temos muito tempo para trabalhar. Tem jogo em Vitória, com apoio da torcida. Precisamos dela para dar a volta por cima.

Vinícius

Passei para a direção. Estou com aqueles que estão à minha disposição e comprometidos com o trabalho. A diretoria vai conversar com ele e com o procurador e achar o melhor caminho.

Flu pode dar "empurrão" para rebaixar o Vasco já na próxima rodada

 
Eduardo Baptista Fluminense (Foto: EDU ANDRADE/ESTADÃO CONTEÚDO)
A próxima rodada do Brasileiro pode decretar o rebaixamento do Vasco, mas isso só acontecerá dependendo do que acontecer no jogo entre o Fluminense e Avaí, no Espírito Santo. Para a equipe cruz-maltina cair, é preciso perder sua partida contra o Joinville, em Santa Catarina, o Figueirense vencer em casa a Chapecoense, e o Flu perder seu jogo. Se isso acontecer, o Vasco permaneceria com 34 pontos, e o Avaí chegaria a 41. Desta forma, só restariam seis pontos a serem disputados.

Será mais um capítulo da disputa que os clubes travam este ano, tanto dentro quanto fora do campo. Foram muitas provocações, ironias e notas oficiais. No início do mês, o meia Vinicius colocou lenha na fogueira ao afirmar que a torcida e o elenco tricolor ficaram felizes caso o Flu ajude a rebaixar o rival. Depois, o vice de futebol Mário Bittencourt entrou em cena para minimizar as declarações do jogador e garantir que a equipe irá se empenhar para vencer todas as partidas que disputar.

Após a derrota por 1 a 0 para o Grêmio, em Porto Alegre, o técnico Eduardo Baptista tratou de ressaltar a importância deste jogo contra o Avaí para o Tricolor e pediu apoio da torcida capixaba. O time das Laranjeiras tem 18 derrotas no Brasileirão e é o segundo time que mais perdeu na competição. O Goiás tem 19.

- Não temos muito tempo para trabalhar. Tem jogo em Vitória, com apoio da torcida. Precisamos dela para dar a volta por cima - disse Eduardo Baptista.

A possibilidade de dar um empurrão para um possível rebaixamento do Vasco, no entanto, ainda causa uma certa desconfiança nos tricolores. Isto porque o time, com a pior campanha do returno, estacionou nos 43 pontos e não está inteiramente seguro na classificação.

- Temos de abrir os nossos olhos: estamos a seis pontos do rebaixamento. Não adianta comparar as campanhas de cada turno. Nós causamos isso. Tem de levantar a cabeça para buscar resultados melhores - disse o zagueiro Marlon.

O jogo entre Fluminense e Avaí será no próximo domingo, às 19h30, no estádio Kléber Andrade, em Cariacica, no Espírito Santo.

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