sábado, 22 de novembro de 2014

Flu chega a Recife com o apoio da torcida

Foi com apoio que o Fluminense chegou, na noite desta sexta-feira, a Recife, onde enfrentará o Sport, domingo, pela 36ª rodada do Brasileirão. Depois das vaias recebidas na noite anterior, no Maracanã, dia de goleada sofrida da Chapecoense, os jogadores ganharam incentivo, ao desembarcarem no aeroporto para continuar na luta por vaga à próxima Libertadores.

Fred, Conca e Walter foram os atletas mais assediados. Porém, quem falou com a imprensa foi o meia Wagner, que retorna ao time de Cristóvão Borges após cumprir suspensão – deve ocupar a vaga de Cícero. Para ele, o Tricolor precisa ter mais atenção em campo:

- Vamos tirar lição. Temos de saber que independentemente de qual camisa está do outro lado podemos perder. E isso não pode mais acontecer no Fluminense. Ainda temos chances. São três finais.

Wagner Fluminense desembarque Recife (Foto: Hector Werlang)

Fabrício, o provável substituto de Guilherme Mattis, suspenso pelo terceiro cartão amarelo, também bateu na tecla da necessidade de superação. Porém, não gostou de uma pergunta sobre as vaias recebidas pelo time no Maracanã.

- Está meio atrasado, não? – disse ao repórter se referindo à partida contra o América-RN, pela Copa do Brasil, na qual foi considerado o culpado pela derrota por 5 a 2.

Ao ser informado que o questionamento era a respeito do jogo com a Chapecoense, afirmou:

- Já passou. Estamos tranquilos. Vamos buscar a vaga na Libertadores. O time deles teve mais posse de bola. Acontece. É normal.

Em sétimo, com 57 pontos, o Flu tem mais três jogos. Depois do Sport, encara Corinthians e Cruzeiro.

Diguinho Fluminense desembarque Recife (Foto: Hector Werlang)

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Fred deixa o gramado com críticas à postura da torcida do Fluminense

O Fluminense sofreu uma pesada derrota para a Chapecoense: 4 a 1. Se alguma coisa boa pode ser tirada da partida de ontem foi a aparição dos jogadores para comentar sobre o revés. Os atletas se manifestaram e deram explicações.

Fred, ainda de cabeça quente com o placar, revidou as críticas da torcida, que encheu o Maracanã e não poupou vaias ao desempenho dos jogadores, que comemorou com gritos de "olé" a troca de passes dos rivais.

– O torcedor, quando ganhamos, aplaude. Quando perdemos, somos um time sem-vergonha. Depois, viramos time de guerreiros novamente. Isso daí faz parte – criticou o camisa 9 sobre as oscilações de humor da arquibancada de acordo com os resultados, para emendar:

– Respeitamos o torcedor, mas se venho ao estádio torcer, independentemente de o meu time estar ganhando ou perdendo, não vou gritar "olé" para o adversário.

Cristovão Borges também foi alvo por parte das arquibancadas, sendo mais uma vez chamado de "burro". Ele procurou ser compreensivo:

– Quando se perde um jogo dessa forma, não pode contestar. Se estivesse na arquibancada, também reclamaria. A insatisfação é normal. Todos estamos bastante chateados. Cada um reage à sua maneira. E a torcida tem o direito.

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Léo Silva valoriza goleada sobre o Flamengo


O Atlético-MG foi completamente superior ao Flamengo na goleada por 4 a 0, no Independência. Sem dar chance ao adversário e pressionando muito a saída de bola, o placar ficou até barato, já que o Galo mandou bola na trave, teve um gol mal anulado e obrigou o goleiro Paulo Victor a fazer boas defesas.


Para o capitão Léo Silva, a vitória mostrou a autoridade do Galo quando joga no Horto e o time mereceu sair triunfante na noite dessa quarta-feira.

- Bom jogo, como a gente estava querendo, dando tudo. Foi uma vitória com autoridade, porque nós fizemos por merecer dentro de campo.

Em meio a briga pelo G-4 do Brasileirão e às vésperas da decisão da Copa do Brasil, o zagueiro destacou a importância de voltar ao grupo dos quatro primeiros colocados, pelo menos até esta quinta-feira, quando se encerra a 35ª rodada.

- Importante vencer. Jogamos bem no jogo passado e não saímos com a vitória. Queríamos vencer para voltar em entrar no G-4 evoluir bem até o jogo de quarta-feira.

Os jogadores do Galo se reapresentam nesta quinta-feira, quando iniciam a preparação para encarar o Internacional, no sábado, às 19h30 (de Brasília), no Beira-Rio.

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Presidentes da Fla e Flu negam pagamento de propina no caso Héverton

Os presidentes de Flamengo e Fluminense negaram qualquer envolvimento com caso Héverton, que terminou com o rebaixamento da Lusa para Série B do Brasileiro em 2013. Segundo os dirigentes cariocas, nenhuma das agremiações pagaram propina para diretores do clube paulista, que teriam se beneficiado para escalar o atleta, de acordo com a investigação do Ministério Público de São Paulo.

De acordo com o Eduardo Bandeira de Mello, presidente do Flamengo, causa "estranheza" a possível relação do Rubro Negro com a possível escalação do jogador da Lusa. "Me causa certa estranheza. É  matematicamente e fisicamente impossível que o Flamengo tenha participado de qualquer processo de suborno da Portuguesa. Gostaria lembrar a vocês que na sexta-feira anterior ao jogo da Portuguesa, quando se deu o julgamento, o Flamengo já estava matematicamente livre do rebaixamento. Não teria porque fazer qualquer tipo de ação desse tipo. O jogo contra o Cruzeiro aconteceu no sábado. Escalamos o André Santos de boa fé e estamos recorrendo ao TAS (Tribunal Arbitral do Esporte) para recuperar nossos quatro pontos. Jogamos às 19h30 contra o Cruzeiro uma partida praticamente amistosa, que terminou 1 a 1. Não teríamos porque recorrer a qualquer tipo de expediente", disse ele em entrevista à  rádio CBN. "Seria totalmente impossível o Flamengo procurar a Portuguesa entre 21h30 e 4h30 do dia seguinte para fazer com ela escalasse um jogador que já estava concentrado e escalado para um jogo. Só soubemos das possíveis restrições da escalação do André Santos na terça-feira seguinte", completou, lembrando do caso da escalação do lateral-esquerdo André Santos, que estaria sem condições de jogo e que terminou com a perda de quatro pontos por parte do clube carioca.
DivulgaçãoO presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello negou qualquer pagamento de propina à Portuguesa

O mandatário do Fluminense também negou qualquer envolvimento do clube no caso. Segundo Peter Siemsen, depois da Portuguesa, o mais prejudicado com o caso foi o próprio Tricolor. "Para o Fluminense, seria maravilhoso apurar em definitivo. Ajudaria muito a esclarecer o caso e acabaria, de uma vez por todas, com a situação criada. Se o primeiro prejudicado em imagem foi a Portuguesa, o segundo foi o Fluminense. Passou por um período grave de ataques injustos. Tanto nas redes sociais quanto por alguns poucos jornalistas irresponsáveis que criaram um clima de suspeição", declarou.

O dirigente disse desconhecer o envolvimento de qualquer pessoa ligada ao clube ou à Unimed (parceira do clube) no caso. "Haviam vários clubes envolvidos na briga pelo rebaixamento e certamente era impossível para o Fluminense fazer um acordo com todos eles. O Flu primeiro tinha que ganhar do Bahia e outros clubes também vencerem. É uma coisa sem pé nem cabeça. Seria fantástico o esclarecimento de qualquer conduta criminosa. E vamos à luta por ela. O Fluminense estava preparado para jogar a Segunda Divisão. Temos um acompanhamento completo da situação de cada atleta e o clube cumpre a regra. Se outros não cumprem, certamente têm que ser punidos, não importa se um time grande um não. Apoiamos a investigação", disse.

"Coloco a mão no fogo pelo Fluminense e pela Unimed. Se você visse o estado psicológico do Celso (Barros, presidente da patrocinadora), ficaria impressionado. Tive até dificuldade de falar com ele. Ficou mais abatido do que eu. Comecei a pensar na Série B e, inclusive, dei entrevista preparando o ano. Troquei o diretor executivo à época (Rodrigo Caetano foi demitido e daria lugar a Felipe Ximenes)", finalizou Siemsen.

Lusa quer responsabilizar envolvidos
Em nota publicada nesta quarta-feira (12), a Portuguesa afirmou que está comprometida em esclarecer os fatos. O clube afirmou ainda que pretende identificar e responsabilizar os envolvidos.

O comunicado afirma ainda que a Lusa espera ouvir nos próximos dias o ex-presidente Manuel da Lupa, que seria o principal beneficiado pelo esquema.

Na manhã desta quarta, o jornal O Estado de São Paulo noticiou que o MP-SP concluiu que dirigentes da Lusa teriam recebido vantagens para relacionar o meia Héverton, restando saber quem pagou por isso.

Héverton entrou em campo pela Portuguesa no segundo tempo da partida contra o Grêmio, na última rodada do Campeonato Brasileiro de 2013. Com a perda dos quatro pontos, o clube perdeu posições e terminou sendo rebaixado para a Série B do Brasileirão. Em 2014, o clube caiu novamente, desta vez para a Série C.

sábado, 25 de outubro de 2014

Fred faz o gol da vitória do Fluzão nos acrescimos

Suado e emocionante. Outra vez. Depois de superar o Santos com um gol no fim, o Fluminense voltou a vencer no apagar das luzes. Com Fred marcando nos acréscimos do segundo tempo, o Tricolor bateu o Atlético-PR  por 2 a 1, neste sábado, no Maracanã, e segue firme na briga por uma vaga na Taça Libertadores de 2015. O gol salvador do camisa 9 – que chegou a 13 no Campeonato Brasileiro, dois a menos que Henrique, do Palmeiras – saiu menos de um minuto depois de o Furacão empatar com Cleberson. Wagner abriu o placar.

O triunfo, válido pela 31ª rodada da competição, fez o Tricolor carioca chegar aos 51 pontos e assumir provisoriamente o quarto lugar. Agora, o time de Fred, Conca e companhia seca Atlético-MG, Internacional e Grêmio no complemento da rodada para passar a semana no G-4. O Furacão, por sua vez, segue com 40 pontos, na 10ª colocação. Na próximo sábado, 1º de novembro, o Flu visita o Goiás no Serra Dourada, 19h30 (de Brasília). No mesmo horário, mas no domingo, o Atlético-PR recebe o o Atlético-MG na Arena da Baixada.

Wagner gol Fluminense x Atlético-PR (Foto: Nelson Perez / Flickr do Fluminense)

Flu com um "9". O Atlético não

Com o apoio da torcida no Maracanã – 22.537 presentes no estádio, com 18.845 pagantes e renda de R$ 491.475 – e o retorno de Fred, o Fluminense começou a partida impondo seu ritmo. O Atlético-PR, por sua vez, entrou mais cauteloso. Sem o seu "9", o centroavante Cléo, autor de três gols nos dois últimos jogos do Furacão, o técnico Claudinei Oliveira optou por mudar o esquema com três atacantes, promovendo a entrada do meia Marcos Guilherme e mantendo a dupla Marcelo e Dellatorre na frente.

E foi justamente do camisa 9 tricolor a primeira boa chance da partida, aos 10 minutos. Após bola alçada na área, o atacante matou no peito e armou a bicicleta, mas mandou para fora. A resposta do Furacão veio três minutos depois, num contra-ataque quase fatal. Marcos Guilherme cruzou da direita, e Dellatorre, com uma cabeçada fulminante, obrigou Diego Cavalieri, que completou 200 jogos com a camisa do Flu, a fazer linda defesa.

Fred Fluminense x Atlético-PR (Foto: Matheus Andrade / Photocâmera)

Se Cavalieri brilhou de um lado, Weverton resolveu fazer o mesmo do outro. Por duas vezes, o goleiro do Atlético salvou cabeçadas que tinham endereço certo de Fred e Edson. E quando não salvava, contava com a falta de pontaria tricolor em chutes perigosos de Conca e Wagner. Embora sofresse atrás e tivesse menos posse de bola (45%), o ataque do Furacão também incomodava, principalmente quando acelerava o jogo. E na base da velocidade, o time paranaense quase abriu o placar com Marcelo no fim da etapa inicial. Cavalieri, com os pés, evitou o gol.

Cristóvão muda, e Flu marca

Na volta do intervalo, o Fluminense, que já tinha trocado zagueiros (Marlon saiu lesionado para a entrada de Elivélton) no fim do primeiro tempo, veio com Carlinhos no lugar de Chiquinho na lateral esquerda. E a substituição surtiu efeito imediato. Após cruzamento preciso do camisa 6 tricolor, Wagner subiu mais que a zaga do Furacão e cabeceou no canto: 1 a 0, aos três minutos. Em desvantagem, o Atlético-PR foi para cima e por pouco não igualou em duas oportunidades, com Willian Rocha e Marcelo. Na primeira, Jean salvou em cima da linha. Na segunda, o atacante espirrou o taco e mandou para fora.

Se sofria com a pressão atleticana, o Fluminense ainda perdeu o volante Valencia machucado (Bruno entrou no seu lugar). Sem poder fazer mais substituições e com dois atacantes lentos na frente (Walter e Fred), o time carioca era acuado na defesa e pouco aproveitava os espaços deixados pelo rival. E depois de tanto pressionar, o Furacão conseguiu o empate nos acréscimos, aos 46. Após cobrança de escanteio, o zagueiro Cleberson pulou mais que toda a defesa tricolor e colocou no fundo da rede.

Quando o empate, que até soava justo, parecia ser o desfecho da partida, Bruno, outro lateral que entrou no segundo tempo, cruzou para Fred. O artilheiro do Fluminense dominou no meio de sete defensores rubro-negros, girou e fez a festa da torcida tricolor no Maracanã, menos de um minuto depois do gol de empate. Vitória sofrida, três pontos garantidos e o bom retrospecto diante do Atlético-PR mantido. Desde 2009 (nove jogos, com seis triunfos e três empates) que os cariocas não perdem para os paranaenses.

Fred, Fluminense x Atletico-pr (Foto: Cezar Loureiro / Agência o Globo)

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Cristóvão admite que G-4 define seu futuro: "Sem resultado, tem mudança"


Cristovão Treino do Fluminense (Foto: Fernando Cazaes / Photocamera) 

A mesma sinceridade que fez Cristóvão Borges dizer ter escolhido o Fluminense, apesar de propostas mais vantajosas financeiramente, é usada para admitir que o resultado em campo definirá o seu futuro nas Laranjeiras. Com contrato por vencer em 31 de dezembro, o treinador reconheceu nesta sexta-feira que a classificação à Libertadores terá interferência na prorrogação do vínculo.

- Meu futuro, assim como o de todo mundo no futebol, obedece a uma simples coisa: ganhar. Sem resultado, tem mudança. Se não ganhar, tudo pode acontecer - disse o comandante em entrevista coletiva.

Apesar da dificuldade na tabela de classificação, a confiança do treinador continua inabalada em levar o clube ao G-4, zona não frequentada desde a 15ª rodada. O Flu é o oitavo, com 42 pontos, cinco a menos do que o Atlético-MG, o último integrante da elite.

- Time grande tem de fazer o melhor sempre. Continua sendo uma obrigação (classificar à Libertadores). São dez jogos, a diferença é de cinco pontos. Temos de quebrar a sequência ruim. Empatamos demais e ganhamos pouco. Por isso, a prioridade nossa é resolver a situação no campeonato. As conversas ficarão para depois - completou o comandante.

A direção já procurou o treinador para renovar o contrato. Porém, Cristóvão preferiu tratar do tema após o Brasileirão. Há jogadores que também precisam acertar a permanência, como Diego Cavalieri, Gum, Diguinho e Carlinhos.

domingo, 12 de outubro de 2014

Fluzão vacila e tropeça contra o Inter


Nada melhor do que uma importante vitória para se esquecer uma decepção. Depois de ser goleado por 5 a 0 pela Chapecoense na última quinta-feira, o Internacional se recuperou na tarde deste domingo, no Beira-Rio. Derrotou o Fluminense por 2 a 1 com duas assistências de D'Alessandro e reassumiu a vice-liderança do Campeonato Brasileiro. A vitória diminuiu para seis pontos a distância para o líder Cruzeiro. O Tricolor, por outro lado, chegou à sua terceira partida sem vencer e se manteve longe do G-4: com 42 pontos, permanece em oitavo - agora a cinco pontos do Atlético-MG, o quarto colocado.

Todos os gols em Porto Alegre saíram no segundo tempo. Alex abriu o placar para o Inter ao marcar um golaço encobrindo Diego Cavalieri. Perto do fim do jogo, Fred empatou de cabeça. Mas nem deu tempo de a torcida tricolor comemorar: dois minutos depois, Valdívia aproveitou erro da zaga para invadir a área e garantir a vitória.

O Internacional volta a campo no próximo domingo para enfrentar o Corinthians, novamente no Beira-Rio. O Fluminense joga no sábado, contra o Criciúma, no Maracanã, na abertura da 29ª rodada.

Pressão colorada e emoção no fim

Depois da goleada por 5 a 0 para a Chapecoense, o Internacional entrou pressionado em campo. E tratou de logo dar uma resposta ao seu torcedor. O primeiro tempo foi uma verdadeira blitz. Enquanto Willians abusava das faltas, os atacantes desperdiçavam chances de gol. Alex teve as duas melhores. Na primeira, foi desarmado por Diego Cavalieri na hora do drible. Na seguinte até conseguiu encobrir o goleiro, mas Marlon salvou em cima da linha. Perdendo o meio-campo na disputa, o Fluminense não conseguia ganhar os rebotes. Tanto que pouco atacou. A única boa oportunidade nasceu em cobrança de falta que Fred, livre, cabeçeou para fora.

As substituições no intervalo foram um reflexo dos primeiros 45 minutos. O Inter de Abel Braga, tentando novas formas de atacar, trocou Wellington Paulista por Nilmar. O Flu de Cristóvão Borges colocou Rafinha na vaga de Diguinho. Nada mudou. A pressão seguiu intensa, Alan Patrick quase marcou e, de tanto tentar, Alex não perdeu a sua terceira chance clara após lançamento preciso de D'Alessandro: 1 a 0. A saída de Diguinho, sentindo cansaço muscular, desorganizou o Fluminense, que parecia ainda mais perdido em campo. Cristóvão tentou arrumar o problema com a entrada de Edson no meio-campo. Abel respondeu com Valdívia. Quando conseguia atacar, o Tricolor parava no goleiro Alisson: primeiro em cabeçada de Fred, depois em chute de Wagner.

Mesmo com o recuo do Colorado para defender a vantagem mínima, o jogo parecia decidido. Mas ainda havia tempo para mais emoções. Aos 40, Conca cruzou da direita, Fred se antecipou a Ernando e cabeceou para enfim vencer Alisson. Só que o empate no placar durou apenas dois minutos. Foi o tempo necessário para D'Ale achar outro passe para deixar Valdivia na cara de Cavalieri: chute forte, gol da vitória e alívio no Beira-Rio.

Valdívia faz o segundo gol do Inter e chora ao comemorar (Foto: Alexandre Lops/Inter)

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